restituição do IR 2019

Quer antecipar a restituição do IR 2019? Veja as taxas cobradas pelos bancos

Contribuinte deve ficar atento ao fazer o pedido, pois se trata de um empréstimo; restituições serão pagas entre os meses de junho e dezembro.Maior saldo de vagas (112.412) aconteceu no setor de serviços

Para quem tem pressa em receber a restituição do Imposto de Renda, os bancos costumam oferecer a antecipação do dinheiro. O contribuinte deve ficar atento ao fazer o pedido, pois se trata de um empréstimo que envolve o pagamento de juros. O prazo de entrega do IR 2019 vai até 30 de abril.

Quem tem imposto de renda a restituir receberá os valores entre os meses de junho e dezembro. Os valores são corrigidos pela variação dos juros básicos da economia (taxa Selic), atualmente em 6,5% ao ano.

Caso o contribuinte caia na malha fina, ele receberá o dinheiro restituído apenas após regularizar a sua situação com a Receita Federal. Até lá, terá de pagar os juros cobrados pelo banco.

G1 consultou os principais bancos do país sobre as taxas cobradas, valores antecipados e prazo de pagamento. Todas as instituições exigem a indicação da conta corrente do banco para receber o dinheiro. Veja abaixo:

Banco do Brasil

  • Taxa de juros mensal: a partir de 1,79%
  • Limite de crédito: até R$ 20 mil
  • Prazo para pagamento do crédito: na data do crédito da restituição ou até 15/01/2020

Caixa Econômica Federal

  • Taxa de juros mensal: a partir de 2,10%
  • Limite de crédito: até 75% do valor da restituição
  • Prazo para pagamento do crédito: na data do crédito da restituição ou até 30/12

Bradesco

  • Taxa de juros mensal: não informado
  • Limite de crédito: de R$ 200 a R$ 50 mil
  • Prazo para pagamento do crédito: na data do crédito da restituição ou até 16/12

Itaú Unibanco

  • Taxa de juros mensal: a partir de 1,90%
  • Limite de crédito: de R$ 200 a R$ 5 mil para clientes Varejo e Uniclass e até R$ 10 mil para clientes Personnalité
  • Prazo para pagamento do crédito: na data do crédito da restituição ou até 20/12

Santander

  • Taxa de juros mensal: de 3,69% a 5,99%
  • Limite de crédito: de 70% (para clientes que optarem pelo pagamento de encargos no final) a 100% do valor da restituição (para clientes que optarem pelo pagamento mensal de encargos)
  • Prazo para pagamento do crédito: na data do crédito da restituição ou até 20/12

Custo vai além dos juros

O contribuinte deve ficar atento ao custo efetivo total da operação, pois não é apenas o valor dos juros que determina se um empréstimo é mais vantajoso que outro.

As instituições financeiras cobram taxas e impostos para realizar esse tipo de operação, como IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e tarifas bancárias, por exemplo.

Entidades de defesa do consumidor alertam que no contrato que trata da antecipação da restituição devem constar informações sobre possíveis custos adicionais e juros que serão cobrados pelo período em que demorar para sair a restituição do consumidor. Por isso, é importante fazer uma pesquisa para saber o custo de cada banco.

"A primeira pesquisa pode ser pela internet, para, depois, sentar com o gerente do banco e negociar melhorias na proposta que eles oferecem”, aconselha o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Prós e contras

“O empréstimo por antecipação é pago em uma única parcela no final do ano, o que acaba parecendo vantajoso para o contribuinte. Contudo, é preciso ficar atento, pois mesmo que não receba o valor esperado, a dívida será debitada”, afirma Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico, site de empréstimo pessoal online.

Ciampolini alerta que o contribuinte que opta pelo crédito de antecipação deve ser preocupar em garantir que terá o valor para quitação da dívida na data prevista para o débito do valor.

Segundo ele, existe a possibilidade de o contribuinte ver a restituição no programa do IR, mas não recebê-la por cair na malha fina. Neste caso, poderá ter tomado o crédito, mas não ter o dinheiro até o fim do ano para quitar a dívida.

"Pode ser mais vantajoso tomar um empréstimo pessoal a taxas menores, parcelar por um tempo e, quando receber a restituição, quitar o valor restante e com desconto, por conta da antecipação de pagamentos”, diz Ciampolini.

Reinaldo Domingos considera que a antecipação só é vantajosa para quem realmente precisa do dinheiro ou está com dívidas e pagando taxas de juros mais altas do que as oferecidas acima pelos bancos. "A antecipação para quitar dívidas é um bom negócio”, diz.

Para Ciampolini, é vantajoso para o consumidor que estiver endividado com linhas de crédito como cartão de crédito ou cheque especial, que têm taxas de juros mais altas que as da antecipação da restituição.

Fonte: G1 | Imagem: Reprodução

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Consumidor limpar nome

Boa Vista SCPC faz campanha para consumidor limpar nome em 5 estados do país

Quem estiver com CPF negativado poderá renegociar dívidas

Boa Vista SCPC realiza, nos meses de novembro e dezembro, uma campanha para que os consumidores com dívidas em atraso possam limpar o nome e voltar a obter crédito. A iniciativa acontece em 70 cidades de cinco estados do país (veja ao final desta reportagem a lista de cidades participantes).

O consumidor pode verificar gratuitamente, pela página da entidade na internet, a situação do seu CPF (clique aqui para verificar). Quem estiver com o documento negativado, pode comparecer a um dos locais disponíveis para fazer a renegociação das dívidas.

Segundo Lola de Oliveira, diretora de Marketing e Produtos da Boa Vista, ao longo de sete anos, a campanha “Acertando suas Contas” já atendeu mais de 920 mil famílias, gerou mais de 388 mil renegociações de dívidas e contou com a participação de mais de 700 empresas.

A campanha acontece em datas distintas em cada local. Clique aqui para verificar as datas em cada local.

Serasa faz feirão online

Desde o início do mês e até 1º de dezembro, a Serasa também realiza seu Feirão Limpa Nome, uma versão online do serviço de renegociação de dívidas. Segundo a Serasa, os consumidores que estão com pagamentos em atraso podem conseguir descontos de até 95% para regularizar sua situação no feirão, além de prazos maiores de pagamento.

Para participar, é preciso acessar o site do Feirão Limpa Nome. Após fazer seu cadastro de seu CPF, o consumidor pode verificar se há dívidas em atraso em seu nome. Se houver pendências, o usuário verá as ofertas de acordo que pode fazer para renegociação de suas dívidas. Em alguns casos, já há ofertas pré-estabelecidas com opção para emitir boleto bancário.

Cidades participantes

São Paulo

  • Campinas
  • Capivari
  • Jaú
  • Holambra
  • Promissão
  • Mogi Guaçu
  • Taubaté
  • Salesópolis
  • Rio Claro
  • Itaí
  • Caçapava
  • Paranapanema
  • Tremembé
  • Iracemápolis
  • Lorena
  • Teodoro Sampaio
  • Ourinhos
  • Santo Antonio de Posse
  • Santa Isabel
  • Santa Bárbara d’Oeste
  • Piracicaba
  • Artur Nogueira
  • Leme

Minas Gerais

  • Pouso Alegre
  • Santa Rita do Sapucaí
  • Campos Gerais

Mato Grosso do Sul

  • Bataguassu
  • Mato Grosso
  • Apiacás
  • Arenápolis
  • Aripuanã
  • Cáceres
  • Campo Novo do Parecis
  • Campo Verde
  • Campos de Júlio
  • Canarana
  • Cocalinho
  • Cuiabá
  • Diamantino
  • Dom Aquino
  • Gaúcha do Norte
  • Guiratinga
  • Itaúba
  • Juara
  • Juína
  • Juscimeira
  • Marcelândia
  • Matupá
  • Nova Guarita
  • Nova Mutum
  • Nova Ubiratã
  • Novo Horizonte do Norte
  • Paranatinga
  • Pedra Preta
  • Peixoto de Azevedo
  • Pontes e Lacerda
  • Porto dos Gaúchos
  • Primavera do Leste
  • Querência
  • Rosário Oeste
  • São José do Rio Claro
  • Sapezal
  • Sinop
  • Tabaporã
  • Tapurah
  • Terra Nova do Norte
  • Várzea Grande

Alagoas

  • Maceió

Fonte: G1 | Imagem: Shutterstock

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INSS

INSS: quem pede aposentadoria deve conferir valor do benefício

INSS: quem pede aposentadoria deve conferir valor do benefício

Cálculo do INSS pode estar errado e aposentado receber menos do que deve se dados no Cadastro Nacional de In formações Sociais estiverem incorretos

Os brasileiros que vão solicitar a aposentadoria devem conferir se o valor concedido pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está correto. Especialistas ouvidos pelo R7 afirmam que a ausência ou erros nos dados cadastrais podem impactar no valor da aposentadoria. 

A advogada especialista em direito previdenciário Sara Quental explica que o INSS determina o valor da aposentadoria de acordo com os dados do beneficiário presentes no Cnis (Cadastro Nacional de Informações Sociais).

Aposentados já podem consultar informe de rendimentos no INSS

O Cnis é o sistema que compila todos os dados de contribuição. São registrados dados como o tempo de contribuição, o valor descontado do salário para o INSS e nome do empregador. Quando os dados estão incompletos, as chances da aposentadoria estar errada aumentam.

— É importante que a pessoa faça uma análise [com um advogado] para saber se a aposentadoria está correta.

O advogado especialista em direito trabalhista e previdenciário Luiz Fernando Plens Quevedo concorda que é importante analisar os dados presentes no Cnis. Segundo ele, é importante juntar provas para solicitar a correção do benefício. 

— [O beneficiário] deve verificar o nível de erro e ter informações para comprovar o erro. As informações da carteira de trabalho são essenciais para fazer o acerto.

Quando o INSS apresenta o valor que o segurado irá receber mensalmente, ele pode aceitar ou não, caso identifique que é inferior ao que tem direito. Para Sara, o beneficiário só deve aceitar o valor quando estiver correto. 

— Se ele receber o primeiro mês, não tem como renunciar aquele benefício. Somente pedir revisão.

Quevedo afirma que quando há pedido de revisão da aposentadoria, o processo tende a ficar mais demorado. O advogado diz que a vantagem desta situação é que o aposentado já recebe um valor mensal, mas o pedido de revisão exigirá um processo mais burocrático e poderá terminar na justiça, fazendo com que a pessoa tenha gastos como honorários advocatícios. 

 — Os passos para consertar o erro aumentam. Não há um efetivo interesse em dar celeridade a esses processos.

Pensão por morte do INSS pode ser paga só por 4 meses. Saiba como

Como resolver o erro

Para fazer o cadastro, o primeiro passo é entrar no site Meu Inss. Lá, o beneficiário precisa informar o CPF, nome completo, data e local de nascimento e nome da mãe para gerar um código de acesso provisório. Depois, o segurado deve fazer login, com a senha provisória.

Logo em seguida aparecerá um campo para que o cidadão crie sua própria senha. Em caso de dúvidas, é possível ligar para a Central 135. Ao entrar no sistema, o cidadão deve acessar o botão "Extrato Previdenciário" para conferir os dados cadastrais. 

Assim que o beneficiário identificar o erro, deve juntar todos os documentos que comprovem as inconsistências no cadastro, como a carteira de trabalho. 

A assessoria de imprensa do INSS explica que há dois tipos de erros no sistema: na atualização dos "dados não críticos", como endereço e telefone, e dos "dados críticos", que são nome, nome da mãe, entre outros. O primeiro deles pode ser corrigido por meio de uma ligação à Central de Atendimento 135. 

Os erros críticos devem ser corrigidos diretamente em uma agência do INSS. O cadastrado deve fazer um agendamento por meio do Meu Inss em ‘Agendamentos/Requerimentos’ e, logo em seguida, ‘Atualização de Informações Previdenciárias’ — ‘Atualização de Cadastro’.

Segundo o INSS, parcerias estão sendo feitas para que o sistema de concessão de aposentadorias fique mais moderno e reconheça os direitos dos brasileiros. O presidente do Instituto, Francisco Lopes, diz que é preciso ter cautela, devido ao tamanho da base de dados do INSS.

— A implementação de novas tecnologias, quando se fala em INSS, precisa sempre ser tomada com muita cautela pois há mais de um bilhão de informações sigilosas nos bancos de dados do INSS, algumas com até 40 anos de existência. Além disso, estamos em meio a era da transição tecnológica, pois embora, a cada ano mais e mais pessoas estejam sendo integradas ao mundo digital, há ainda uma parte significativa dos segurados que ainda não estão familiarizados com o universo digital.

Fonte: R7

Imposto de Renda 2018

Imposto de Renda 2018: veja as principais mudanças na declaração deste ano

Imposto de Renda 2018: veja as principais mudanças na declaração deste ano

Contribuintes podem enviar declarações entre 1º de março e 30 de abril; Receita Federal espera receber documentos de 28,8 milhões de pessoas

A Receita Federal libera nesta segunda-feira (26) o programa usado na Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF). Os contribuintes podem enviar suas declarações entre os dias 1º de março a 30 de abril. Para esse ano, o Fisco anunciou mudanças para obter mais dados para realizar o cruzamento automático das informações.

Uma das mudanças envolve a inscrição do CPF de dependentes que os contribuintes informarão no Imposto de Renda . Em instrução normativa de novembro do ano passado, a Receita reduziu de 12 para 8 anos a idade obrigatória do dependente para o documento ser informado. A partir de 2019, a obrigação será válida para qualquer idade. 

Além disso, o programa do IRPF passa a contar com campos de informações complementares, que mudam de acordo com o tipo de bem. No caso de imóveis, por exemplo, é solicitada a data de aquisição, área do imóvel, registro de inscrição em órgão público e no cartório. Já para veículos, é pedido o Registro Nacional de Veículo (Renavam). O Fisco também pedirá o CNPJ da instituição financeira em que o contribuinte possui conta-corrente e aplicações financeiras.

O preenchimento desses campos é opcional em 2018 e passará a ser obrigatório em 2019. O supervisor nacional do Imposto de Renda, auditor-fiscal Joaquim Adir, recomenda que os contribuintes já enviem essas informações para facilitar a importação de dados no ano que vem.

Na visão de Felipe Gomes dos Santos, especialista em Imposto de Renda da Crowe Horwath, o objetivo das alterações é fechar o cerco para minimizar os erros. "A Receita está tentando ser mais produtiva nas análises. Ela está reduzindo a idade para informar o CPF para evitar que continuem tendo casos de pais e mães colocarem as crianças como dependentes", analisa.

Em relação aos campos para outras informações sobre bens, ele lembra que o Fisco já exige algo parecido em casos específicos. "Para quem vende uma casa e ganha capital, existe o GCap [Programa Ganhos de Capital], uma declaração acessória à declaração do Imposto de Renda. Nesse caso, tem que pagar o imposto sobre essa operação. O GCap funciona como uma memória de cálculo", explica.

Outra mudança no programa é a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto. A ideia da Receita Federal é exibir o valor em relação aos rendimentos menos as deduções.

Quem deve declarar o Imposto de Renda?

O Imposto de Renda é obrigatório para pessoas físicas que tiveram, em 2017, rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70. Também devem realizar a declaração as pessoas que:

  • tiveram receita bruta acima de R$ 142.798,50 a partir da atividade rural; 
  • receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte com soma foi superior a R$ 40 mil; 
  • obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto, ou que realizaram operações em bolsas de valores; 
  • pretendem compensar prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou de 2017; 
  • tiveram, em 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; 
  • que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro; 
  • que optaram pela isenção do Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país, no prazo de 180 dias contados a partir do contrato de venda. 

A Receita projeta receber, em 2018, 28,8 milhões de declarações, 340 mil a mais do que em 2017. Segundo Joaquim Adir, o aumento da expectativa é influenciada pelo crescimento da renda, com várias categorias com aumento salarial e aumento do contingente de pessoas empregadas.

Para Felipe Gomes dos Santos, a estimativa maior da Receita em relação ao número de declarações enviadas ocorre porque o órgão não realiza uma revisão que acompanha o aumento dos rendimentos dos brasileiros.

"Nos últimos anos, a Receita tem atualizado isso numa proporção diferente da inflação, o que tem prejudicado o contribuinte. A proporção em que o salário está aumentando está sendo maior do que a Receita atualiza. Assim, cada vez mais contribuintes são obrigados a declarar", explica.

Como preencher a declaração?

A declaração poderá ser realizada pelo programa baixado no computador ou do aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para Android e iOS, que passa a permitir a retificação depois do envio da declaração. Outra alternativa é utilizar o serviço de mesmo nome, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita, com uso de um certificado digital.

Quais as diferenças entre a declaração simplificada e a completa?

Os contribuintes que escolhem a declaração simplificada permitem a dedução de 20% sobre o total de rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34. Neste caso, há a substituição das deduções admitidas em legislação tributária, como saúde e educação.

Por outro lado, quem possui gastos elevados nessas áreas pode optar pela declaração completa . Confira o limite para as deduções:

  • dependentes: até R$ 2.275,08 por cada dependente; 
  • educação: até R$ 3.561,50; 
  • contribuição patronal para a Previdência: o abatimento máximo para sobre a remuneração de empregados domésticos é de R$ 1.171,84. 
  • saúde: despesas como planos de saúde, consultas médicas e exames seguem sem limite de dedução. 

Pagamento da Darf

Outra mudança no programa é a possibilidade de imprimir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para o pagamento de todas as quotas do imposto, inclusive em atraso. Caso o pagamento seja realizado depois do vencimento, incidirá, além da Selic, uma multa de 0,33% ao dia, com limite de 20%.

Atraso na declaração do Imposto de Renda

A multa para os contribuintes que realizarem a declaração do Imposto de Renda depois do prazo é de 1% por mês de atraso sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% sobre o imposto devido.

Principais recomendações para o contribuinte

A recomendação do especialista da Crowe Horwath é reservar um tempo para realizar a declaração. "A gente vê muita gente chegando nos últimos dias com pressa, com informações incompletas", diz. "Deixe toda a documentação bem organizada. Na hora que for fazer a declaração faça com calma".

Declaração do Imposto de Renda pode ser realizada por meio do programa, do aplicativo ou do site da Receita

Leia também: Confira três dicas para controlar as finanças pessoais Outra sugestão é utilizar o documento oficial para tirar dúvidas dos contribuintes sobre o Imposto de Renda. "A própria Receita disponibiliza um caderno de perguntas e respostas. E todo ano eles atualizam com novas perguntas. Se mesmo com toda essa ajuda a pessoa continuar com dúvida, a gente sugere procurar um especialista porque essa dúvida pode gerar um problema maior".

* Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Brasil Econômico