WhatsApp

WhatsApp limita reenvios de mensagens a 5 destinatários

Objetivo é combater disseminação de informações falsas e rumores, segundo a empresa. Atualização começa nesta segunda-feira para smartphones com sistema Android

O aplicativo de conversas WhatsApp está limitando para cinco o número de vezes que um usuário pode reenviar um texto, em uma tentativa de combater disseminação de informações falsas e rumores, afirmaram executivos da companhia nesta segunda-feira (21).

Estamos impondo um limite de cinco mensagens em todo o mundo a partir de hoje", disse Victoria Grand, vice-presidente de comunicações do WhatsApp, em evento na capital indonésia.

Os usuários de dispositivos Android receberão a atualização primeiro, a partir desta segunda, e depois o novo limite também será disponibilizado para aparelhos Apple.

Anteriormente, um usuário do WhatsApp poderia reenviar uma mensagem para 20 outros usuários ou grupos, independentemente do número de pessoas que existam no grupo. O limite de pessoas em um grupo do WhatsApp é 256. Com a nova medida do aplicativo, ainda é possível encaminhar uma mensagem para 5 grupos, por exemplo.

O limite de cinco reenvios expande para nível global uma medida que o WhatsApp colocou em prática na Índia em julho, depois da disseminação de rumores em mídias sociais que levaram a assassinatos e tentativas de linchamento.

Medida contra boatos

O WhatsApp, que tem 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo e foi comprado pelo Facebook em 2014, está tentando encontrar formas de impedir o uso indevido do aplicativo.

Nos últimos anos, cresceram preocupações globais em torno da disseminação de notícias falsas, fotos manipuladas, vídeos fora de contexto e boatos transmitidos por mensagens de áudio.

A encriptação de ponta a ponta do aplicativo permite que grupos de centenas de usuários troquem textos, fotos e vídeo fora do alcance de checadores de fatos ou mesmo da própria plataforma.

Fonte: G1

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Empresas pela internet

Projeto agiliza abertura e fechamento de empresas pela internet

Projeto agiliza abertura e fechamento de empresas pela internet

Em reunião na quarta-feira (5), a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) deverá analisar o Projeto de Lei do Senado (PLS 145/2018), que busca simplificar os processos de abertura e fechamento de empresas pela internet. A reunião tem início às 9h, na sala 7 da ala Alexandre Costa.

Fonte: Money Times  | Imagem: Pixabay

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Proteção de Dados

Nova Lei Geral de Proteção de Dados exigirá mais da segurança corporativa

Nova Lei Geral de Proteção de Dados exigirá mais da segurança corporativa

A necessidade de leis para fazerem com que as empresas sejam mais responsáveis pelos dados que coletam e processam é algo que já existe há muito tempo. Na verdade, estamos bastante atrasados nesse assunto

O Congresso brasileiro aprovou um projeto de lei que aborda a proteção de dados pessoais dos consumidores e também as obrigações das empresas no que se refere ao uso e a coleta de dados dos clientes. A lei deve ser sancionada nos próximos dias e irá mudar a forma como as empresas e consumidores lidam com a segurança da informação.

O projeto tem vários pontos parecidos com o GDPR, regulamentação que entrou em vigor na União Europeia este ano, e tem o intuito de proteger os dados pessoais dos clientes e punir as empresas que não têm proteção adequada ou fazem mau uso das informações. Atualmente, na legislação brasileira, as empresas não têm muitas regras a cumprir sobre quais dados podem coletar ou como esses dados podem ser usados, compartilhados ou até vendidos.

Quando sancionada a lei, as empresas só poderão coletar e processar dados com o aval do cliente, que também poderá pedir a revogação do consentimento de uso de informações a qualquer momento ou exigir que os seus dados sejam apagados da base. Em caso de vazamento de dados os clientes terão que ser notificados e toda a cadeia poderá sofrer punição. Empresas que não cumprirem as regras poderão receber multas que podem chegar a 2% do faturamento ou até R$ 50 milhões por infração.

A necessidade de leis para fazerem com que as empresas sejam mais responsáveis pelos dados que coletam e processam é algo que já existe há muito tempo. Na verdade, estamos bastante atrasados nesse assunto. Mais de cem países já têm leis que visam proteger os dados das pessoas e, no Brasil, este projeto ficou em debate por mais de dois anos.

O fato não é novo, mas a obrigatoriedade muda tudo. É hora de se mexer e começar a se preparar para atender as exigências legais o quanto antes. E o tempo será bastante curto. A lei diz que as empresas terão 18 meses para se adaptarem e comprimirem as regras. No entanto, um projeto de classificação de dados demora cerca 12 meses para ser implementado.

Antes de sair por aí comprando e implementando soluções de segurança, é preciso avaliar qual é a real postura de segurança da sua empresa. A segurança envolve mais do que produtos, ela depende de tecnologias, processos e pessoas. As soluções são necessárias, a integração entre elas também, mas os processos e as pessoas não são menos importantes.

Se os processos não estiverem bem alinhados e as pessoas não forem capacitadas, a tecnologia sozinha não irá funcionar. Antes de pensar em qual é o melhor produto, é preciso avaliar quais são as vulnerabilidades e como elas devem ser tratadas. Uma análise que englobe tanto a tecnologia quanto a governança ajudará a apontar onde estão as vulnerabilidades, traçar metas para endereçar os problemas mais urgentes e direcionar investimentos de forma mais assertiva.

(*) Jeferson Propheta é diretor geral da McAfee no Brasil

Fonte: CIO | Imagem: Pixabay

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Aplicativo de controle de ponto

Empresas estão economizando dinheiro com aplicativo de controle de ponto

Empresas estão economizando dinheiro com aplicativo de controle de ponto

Oitchau é a solução móvel que simplifica o controle de ponto em pequenas e médias empresas e economiza dinheiro

São Paulo, Abril de 2018 – Poder de ação em tempo real! Imagine fazer o controle de ponto dos colaboradores na palma da mão e proporcionando uma grande redução dos gastos com processamento de folha de pagamento e hora extra.

Oitchau chega ao mercado para mudar a forma como pequenas e médias empresas fazem gestão de horas dos colaboradores no dia a dia, oferecendo uma interface intuitiva e super fácil de usar.

Basta fazer o download do app (disponível para Android e iOS), criar um perfil de empresa e convidar os colaboradores. É possível definir a jornada de trabalho deles e adicionar regras e limites para atrasos e hora extra. Usando o próprio celular, os colaboradores batem ponto e enviam pedidos de férias e ausência. E o gestor recebe notificações em tempo real sempre que houver um pedido ou que um limite for ultrapassado.

“Nossa solução resolve um grande problema atual: nossos clientes não precisam esperar o fim do mês para resolver problemas que estão causando prejuízo”, explica Lonny Szneiberg, Co-fundador e COO do Oitchau.

Dentre outras funcionalidades do app, a empresa pode associar a conexão WiFi/Bluetooth do local de trabalho e exigir que o colaborador conecte-se a ela ao bater ponto, o que garante de forma simples e eficaz que ele, de fato, está no local correto.

“Somos uma empresa brasileira com visão internacional! Toda a nossa infraestrutura foi planejada para expansão em outros países. A demanda no mercado brasileiro tem sido surpreendente e dentro de 1 ano devemos alcançar USD 1 milhão em receita”, completa Lonny.

O grupo de fundadores do Oitchau traz background forte de suas outras empresas, como o Investing.com (presente em 30 países e 23 idiomas) - um dos maiores portais financeiros do mundo, e o Grupo IIN (iingroup.com) - expertise em telecomunicação, segurança e hardware.

Sobre a Oitchau

Lançado em 2018, o Oitchau é a única plataforma de ponto móvel que economiza dinheiro com controle de ponto e processamento de folha de pagamento.

Sobre Lonny Szneiberg

Com mais de 20 anos de experiência na indústria da internet, Lonny é Co-fundador do Investing.com - um dos maiores portais financeiros do mundo e Co-fundador e COO do Oitchau, o controle de ponto que economiza mais!

Fonte: Investing.com | Imagem: Pixabay

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tecnologias

5 tecnologias que vão transformar o mundo em 5 anos, segundo a IBM

5 inovações que vão transformar o mundo em 5 anos, segundo a IBM

Empresa divulgou seu relatório anual apontando tecnologias que irão remodelar os negócios e a sociedade

A IBM divulgou nessa segunda-feira (19/03) o IBM Research’s “5 in 5, relatório que aponta as cinco tecnologias que a empresa acredita que irão remodelar os negócios e a sociedade nos próximos cinco anos.

Confira a seguir quais são essas tendências e como vão transformar o mundo:

"Âncoras criptográficas" e blockchain irão ser usadas contra falsificadores
Segundo a IBM, âncoras criptográficas – computadores menores que um grão de sal – serão embutidos em dispositivos. Essa tecnologia será usada em conjunto com blockchain para garantir a autenticidade de um objeto desde seu ponto de origem até que chegue ao consumidor. Isso representará um grande avanço em questões como segurança alimentar, identificação de objetos falsos, produtos geneticamente modificados e autenticidade de componentes de manufatura.

Criptografia lattice impedirá a ação de hackers
A IBM afirma estar desenvolvendo métodos de criptografia que não poderão ser quebrados nem mesmo com uso de computação quântica. Um desses métodos é o lattice, que garantirá a criptografia sem nunca expor dados confidenciais aos hackers.

Robôs microscópios com IA podem salvar os oceanos 
Em cinco anos, pequenos microrrobôs autônomos com inteligência artificial irão monitorar em tempo real a qualidade da água nos oceanos. Esses microdispositivos contaram com sensores biológicos para avaliar a saúde dos plânctons. Isso poderá ajudar, por exemplo, em situações como derramamento de óleo, escoamento de fontes de poluição terrestre e na prevenção de ameaças, como as marés vermelhas (proliferação excessiva de espécies de algas tóxicas).

A IA irá se popularizar, mas somente a IA imparcial irá sobreviver
A IBM prevê que, em cinco anos teremos, novas soluções para conter o aumento do número de sistemas de inteligência artificial e algoritmos tendenciosos. “É crítico desenvolver e treinar esses sistemas com dados que são justos, interpretáveis e livres de raça, gênero ou preconceitos ideológicos”, diz a empresa. Pesquisadores da companhia já desenvolveram um método para reduzir o viés que pode estar presente em um conjunto de dados de treinamento para algoritmos. Assim, os algoritmos que aprenderem a partir desse conjunto de dados não irão perpetuar a desigualdade.

Computação quântica será popular
Segundo a IBM, a computação quântica será usada extensivamente por novas categorias de profissionais e desenvolvedores para resolver problemas considerados sem solução. Os pesquisadores acreditam que a tecnologia irá se popularizar a tal ponto que estará presente em salas de universidades e até mesmo de ensino médio.