IPVA

Consumidores podem usar créditos da Nota Fiscal Paulista para reduzir o IPVA

Outubro é o único mês do ano em que os usuários conseguem usar seus créditos para abatimento do IPVA

Usuários cadastrados na Nota Fiscal Paulista têm até o dia 31 de outubro para utilizar os créditos do programa para pagar, integral ou parcialmente, o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de 2022.

Outubro é o único mês do ano no qual os consumidores podem usar seus créditos para pagamento do imposto. Para isso, é preciso fazer o pedido no site oficial da Nota Fiscal Paulista . O veículo deve estar no nome da pessoa cadastrada no programa para que a opção seja válida.

O consumidor poderá escolher a quantia (integral ou parcial) que deseja enviar para o abatimento. Não há um valor mínimo de créditos a ser usado. Caso envie mais do que é necessário para a quitação, o dinheiro será restituído na conta-corrente da Nota Fiscal Paulista.

Veja como usar os créditos da Nota Fiscal Paulista para pagar o IPVA

  • Acesse o  site da Nota Fiscal Paulista e faça o login;
  • No menu "Conta Corrente", clique em "Utilizar Créditos";
  • Selecione a opção “Quitação ou abatimento no valor do IPVA”;
  • Informe o número do Renavam e clique em "verificar";
  • Se a numeração estiver correta, o sistema habilitará o botão "Confirmar" e o campo para informar o valor que será abatido (ao lado, aparecerá quanto você tem de créditos atualmente);
  • O sistema mostrará uma ficha com o nome do usuário e todos os detalhes do carro (placa, Renavam, marca/modelo, ano de fabricação, combustível), além do valor do crédito utilizado;
  • Clique em "Confirmar" ou "Corrigir Dados";
  • A transferência dos créditos para abatimento do IPVA é irretratável, ou seja, uma vez confirmada, não poderá ser modificada;
  • Em caso de venda do veículo, o valor não poderá ser devolvido.

Vale lembrar que os créditos da Nota Fiscal Paulista só podem ser utilizados para reduzir o valor do IPVA, não sendo válidos para taxas de licenciamento do automóvel, DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) ou multas.

Segundo a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, em 2020, 20.846 consumidores solicitaram o abatimento do IPVA deste ano.

Por: iG Economia | Imagem Destacada: Reprodução

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Juros

Aumento da taxa de juros em 2021 é o maior do país em duas décadas

Selic subiu 4,25 pontos, de 2% para 6,25%, em apenas sete meses; desde 2003 a taxa não subia tanto e em tão pouco tempo

Com mais uma alta de 1 ponto percentual feita pelo Banco Central na Selic nesta quarta-feira (22), a taxa básica de juros do país já carrega até aqui o maior aumento feito pelo BC em quase duas décadas.

Ela vem subindo desde março deste ano, quando saiu de 2% para chegar aos 6,25% desta quarta-feira. Foi um salto de 4,25 pontos em cinco reuniões consecutivas, realizadas ao longo de sete meses: nos três primeiros encontros, o incremento foi de 0,75 ponto percentual e, nos dois últimos, de 1 ponto cada.

Desde a virada de 2002 para 2003 ela não subia tanto e em tão pouco tempo, de acordo com levantamento feito pelo CNN Business.

A Selic é uma taxa de juros controlada pelo BC, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), e que serve de piso para os juros de todos os empréstimos e investimentos de renda fixa do país.

A função dela é moderar a inflação: quando os preços estão subindo muito, o Copom aumenta os juros, o que encarece o crédito, desestimula o consumo e, por consequência, ajuda os preços a voltarem a baixar.

O Copom é um comitê formado pelo presidente e os diretores do BC e se reúne a cada 45 dias para decidir se reduz, mantém ou aumenta a Selic.

Maiores altas desde 2003

Em nenhum outro ciclo de alta dos juros, desde 2003, o aumento foi maior do que 4 pontos, consideradas as séries de ajustes feitos em reuniões consecutivas.

Entre 2013 e 2014, quando a inflação rodava a 6%, o aumento total foi de 3,75 pontos (de uma Selic de 7,25% para 11%), em nove reuniões seguidas, ao longo de um ano inteiro.

O mesmo aconteceu entre 2004 e 2005: foram 3,75 pontos ao longo de nove reuniões — de 16% para 19,75% —, para uma inflação que subia aos 8%.

No mês passado, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação do país, bateu 9,7% em 12 meses.

Esta é também a primeira vez desde 2003 que o Copom recorre ao aumento de 1 ponto nos juros não uma, mas duas vezes seguidas, além de o próprio BC já ter deixado claro no comunicado desta quarta-feira que mais um terceiro aumento de 1 ponto está encomendado para o próximo encontro, em outubro.

Em todos os outros momentos de lá para cá em que a Selic subiu, os diretores do BC optaram por voos mais suaves, em ajustes decimais de 0,25, 0,50 ou 0,75 ponto percentual.

Nem os cortes emergenciais feitos pelo BC no auge da crise da pandemia no ano passado, na direção oposta, foram tão fortes: nas quatro reuniões entre março, quando o coronavírus se instalou no Brasil, e agosto de 2020, o Copom reduziu a Selic em um total de 2,25 pontos, de 4,25% para 2%, com cortes de até 0,75 ponto.

Nos apenas quatro meses entre novembro de 2002 e fevereiro de 2003, o BC esticou a Selic em 5,5 pontos, dos 22% aos 26,5%, em uma série de quatro reuniões consecutivas. A periodicidade das reuniões à época era mais curta. Em uma delas, a alta foi de 3 pontos em um único dia.

O ajuste acompanhava aquela que, ainda hoje, foi a mais aguda crise cambial e inflacionária por qual o país passou desde o fim do regime de câmbio fixo, em 1999: com o temor dos mercados em meio à primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, o dólar dobrou em poucos meses, e a inflação saltou dos 7% para 17%.

Maior choque inflacionário em 18 anos

Por trás da atual escalada vertical da Selic está, primeiro, o fato de ela partir de um piso muito baixo.

“É uma alta que vem de um ciclo longo de cortes, incluindo o choque da pandemia que levou os juros rapidamente para os 2%”, disse o economista Livio Ribeiro, pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).

Mais do que isso, o país também está enfrentando atualmente um dos piores choques de preços dessas duas décadas, insuflado tanto por fatores externos quanto internos.

“Houve uma combinação de coisas que atrapalharam a inflação”, explica Ribeiro. “O Brasil teve um incremento de demanda rápido, principalmente no ano passado, com os auxílios emergenciais. Mais recentemente temos choques nas cadeias produtivas globais, e, em paralelo, choques climáticos que levaram a oferta de alimentos para baixo e os preços da energia elétrica lá para cima.”

O combo fez com a escalada da inflação em 2021 ser também a mais rápida que o Brasil já viu desde o choque de 2002 e 2003: o IPCA saiu em maio do ano passado de 1,9%, um dos menores níveis desde o início do Plano Real, para 9,7% agora, um dos mais altos. É um salto de 7,8 pontos percentuais em pouco mais de um ano.

Na crise de 2015, ela bateu os 10,7%, mas chegou lá em um ritmo mais gradual e também partindo de um nível bem mais alto, já que a inflação vinha rodando entre 5% e 6% já há algum tempo.

Em 2002, o salto de 10 pontos aconteceu em um intervalo de apenas nove meses, para depois despencar com ainda mais força.

Reduções de juros foram mais fortes

Se há poucos outros momentos neste século em que a intensidade do aumento da Selic se compare com a de agora, nos períodos em que ela foi reduzida os ajustes foram muito maiores.

Entre 2005 e 2007, por exemplo, foram dois anos ininterruptos de cortes que tiraram definitivamente a Selic do nível dos quase 20% em que era normal ficar no passado para chegar à casa dos 11% pela primeira vez (foi um corte de 8,5 pontos percentuais ao longo de 18 reuniões consecutivas do Copom).

Passado o susto de 2003, os juros desceram uma ladeira de 10 pontos em apenas sete meses – do recorde de 26,5% para 16,5% antes de o ano acabar.

Em todos esses episódios, muitos dos cortes feitos pelo Copom nas reuniões foram de 1 ponto ou mais.

“Passamos por um processo longo de redução da taxa de juros de equilíbrio da economia brasileira”, disse Ribeiro, da FGV.

“Por um lado, houve uma redução dessa taxa no mundo inteiro. Por outro, em um horizonte bem longo, há inúmeras mudanças institucionais que ajudaram a comprimir a percepção de risco do Brasil e a levar esses juros para baixo.”

Fonte: CNN Brasil | Imagem Destacada: Reprodução

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IR 2021

IR 2021: Câmara aprova prorrogação de prazo para entregar declaração

Projeto prevê a entrega até o dia 31 de julho; prazo atual vai até 30 de abril

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (31) a prorrogação do prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda de 2021. O Projeto de Lei (PL) 639/21 prevê que a entrega deva ocorrer até o dia 31 de julho deste ano. O prazo atual, divulgado pela Receita Federal, vai até 30 de abril. A proposta segue agora para análise do Senado.

De acordo com o texto aprovado, um substitutivo do relator, deputado Marcos Aurélio Sampaio (MDB-PI), o cronograma de restituições não mudará, com o primeiro lote sendo pago em 31 de maio. O texto autoriza ainda o pagamento da cota única ou das cotas vencidas até 31 de julho sem acréscimo de juros ou penalidade de qualquer natureza.

No ano passado, também houve a prorrogação do prazo para a entrega da declaração. A mudança, contudo, foi feita por meio de instrução normativa da Receita Federal, que passou o prazo final para 30 de junho. O cronograma de restituição permaneceu o mesmo, fazendo com que o primeiro lote fosse liberado em 29 de maio, antes do prazo final de entrega.

Fonte: UOL Economia | Imagem Destacada: Pixabay

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Postos de trabalho

Pequenas e médias empresas contratam 271 MIL novos funcionários NESTE mês

Postos de Trabalho

No mês de outubro, às micro e pequenas empresas registraram um saldo líquido de cerca de 271 mil postos de trabalho. Isso equivale a cerca de 68,6% do total de empregos que foram gerados no país, de acordo com a análise realizada pelo Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No acumulado do ano, entre janeiro e outubro, o resultado é negativo em 26 mil empregos. Até o mês de setembro, o balanço era negativo em 294,3 mil postos de trabalho.

No ponto mais alto da crise, os pequenos negócios demitiram cerca de 1 milhão de pessoas.

A avaliação do Sebrae é de que com a reabertura do comércio físico, as pequenas e médias empresas foram o segmento que reagiram mais rápido na retomada do emprego.

De acordo com o analista da área de Gestão Competitiva do Sebrae, Paulo Jorge, o pior mês para as PMEs foi abril, quando teve um saldo negativo de 594,8 mil empregos.

“Sabemos que o mercado está reagindo, mas não temos como saber o quanto das admissões são recontratações”, explicou.

Pós pandemia

De acordo com o economista Ricardo Paes de Barros, pesquisador do Insper e estudioso da desigualdade no País, o número de trabalhadores que vão buscar um emprego depois da pandemia vai crescer.

O governo deveria investir alguns recursos em um programa para ajudar cerca de 15 milhões de brasileiros a se reinserir no mercado de trabalho.

A pandemia causada pelo novo coronavírus fez com que cerca de 11 milhões de pessoas perdessem os seus empregos, formais ou informais, de acordo com os dados da Pnad Contínua no terceiro trimestre deste ano.

Apesar disso, a taxa de desemprego não foi ainda maior, pois cerca de 10 milhões de pessoas deixaram de procurar emprego e por conta disso, não são contabilizados pelo IBGE.

Esses trabalhadores vão se somar a outros 3 milhões que normalmente, ingressam no mercado de trabalho anualmente.

Os números não levam em consideração aqueles que estavam em busca de uma recolocação profissional antes da pandemia.

 

Fonte: fdr | Imagem Destacada: Reprodução (Google)

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Setor de serviços

Setor de serviços do Brasil volta a crescer em setembro após relaxamento de restrições, mostra PMI

O levantamento mostrou que o PMI de serviços do Brasil subiu a 50,4 em setembro, de 49,5 em agosto, primeira vez acima da marca de 50, que separa crescimento de contração, desde fevereiro

O setor de serviços brasileiro voltou a crescer em setembro depois de seis meses de retração, diante da reabertura das empresas após o relaxamento das medidas de contenção ao coronavírus, mostrou nesta segunda-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

O levantamento mostrou que o PMI de serviços do Brasil subiu a 50,4 em setembro, de 49,5 em agosto, primeira vez acima da marca de 50, que separa crescimento de contração, desde fevereiro.

“Os dados para setembro destacaram sinais preliminares de uma recuperação no setor de serviços do Brasil, após seis meses de contração devido à pandemia de Covid-19”, disse a diretora associada de economia do IHS Markit, Pollyanna De Lima.

Entretanto, o IHS Markit, que realiza a pesquisa, alertou que o dado sugere apenas taxa marginal de expansão, já que algumas empresas indicaram atividade menor em suas unidades, com entrevistados citando término de contratos, desemprego alto e impacto prolongado da pandemia sobre a demanda por seus serviços.
Ainda assim, o mês de setembro foi marcado por novos trabalhos e otimismo sustentado nas empresas.

As novas encomendas cresceram pelo segundo mês seguido diante da reabertura, embora a taxa de crescimento tenha sido moderada.

Os novos trabalhos do exterior voltaram a cair, chegando a nove meses seguidos de contração, mas no mais fraco ritmo de perdas desde fevereiro.

As empresas de serviços viram seus custos aumentarem de novo em setembro, com evidências apontando preços mais elevados de energia, alimentos, combustíveis, materiais de higiene e de proteção pessoal.

As empresas absorveram os custos adicionais e reduziram os preços cobrados, porém à custa de nova redução nas folhas de pagamento.

A queda no emprego do setor de serviços foi marcante em setembro, mas a mais fraca desde que a atual sequência de reduções começou, em março.

Ainda assim, vários fornecedores de serviços brasileiros mantêm esperanças de que uma vacina para a Covid-19 será possível nos próximos 12 meses, o que sustentaria o crescimento da produção.

Setor de serviços

As empresas absorveram os custos adicionais e reduziram os preços cobrados, porém à custa de nova redução nas folhas de pagamento (Imagem: Agência Brasil/Marcelo Camargo)

Em contrapartida, outros preveem que a pandemia continuará restringindo a atividade. O otimismo geral se manteve, mas caiu em relação a agosto e foi fraco em comparação com a média da série.

Com o retorno ao crescimento do setor de serviços e novo recorde de expansão para a indústria, o setor privado do Brasil cresceu pelo segundo mês seguido em setembro, com o PMI Composto marcando 53,6, de 53,9 em agosto.

“A notícia da retomada no setor de serviços complementou os resultados positivos da indústria. Isso se traduz em crescimento sustentado da atividade empresarial e novos trabalhos no setor privado”, completou De Lima.

Fonte: Money Times | Imagem destacada: Reprodução

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volta às aulas

Governo de SP adia volta às aulas para 5 de outubro

Regiões onde as cidades já estão em fase amarela há mais de 28 dias podem abrir antes, como escolas particulares

O governo de São Paulo adiou para 5 de outubro a volta às aulas no Estado todo, mas vai permitir que as instituções que estão em regiões já na fase amarela há mais de 28 dias possam reabrir seus espaços no dia 8 de setembro. As escolas poderão decidir se querem ou não voltar a funcionar nesses lugares. O modelo vai favorecer instituições particulares, que já se declaram prontas para funcionar, e têm feito pressão para a abertura.

A informação será anunciada nesta sexta-feira, 7, pelo governador João Doria (PSDB) em coletiva às 12h45.

Segundo o Estadão apurou, o prefeito Bruno Covas (PSDB) não pretende abrir as escolas em 8 de setembro. Há uma discussão sobre se as particulares teriam a liberdade de abrir na capital com essa decisão do Estado ou não. Na prática, elas precisam de uma licença da prefeitura para funcionar. Cidades do ABC também já declararam que só voltarão às aulas no ano que vem.

O novo plano para abertura de escolas foi apresentado nesta quinta-feira, 6, pelo secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, ao Centro de Contingência Contra a Covid-19. A regionalização da abertura das escolas já era discutida no governo há algum tempo, mas a área da educação defendia que ela levaria a mais desigualdades educacionais porque escolas públicas não abririam.

Com a nova regra, o governo deixa a decisão de abertura na mão dos municípios e até dos diretores de escolas, que podem sofrer pressão dos pais para voltarem. Na rede pública, sindicatos de professores defendem que as escolas só retornem quando houver uma vacina para o coronavírus.

Fonte: Terra | Imagem destacada: Reprodução

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coronavírus

Economia pode crescer 2,5% apesar de crise do coronavírus, diz Guedes

Em entrevista à CNN Brasil, ministro da Economia disse que país não pode sucumbir à "psicologia do fracasso" em meio à crise do coronavírus

Brasília — A economia brasileira ainda pode crescer cerca de 2,5% neste ano, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista à CNN Brasil divulgada no domingo, desde que o país não sucumba à “psicologia do fracasso” em meio à crise global pelo novo coronavírus.

Com a economia mundial se deteriorando a um ritmo alarmante, provocando alertas de recessão por economistas e ações emergenciais de muitos dos principais bancos centrais do mundo, Guedes afirmou que a “dinâmica de crescimento” do Brasil vai aguentar bem.

“Se nos entregarmos (à crise) e se um continuar brigando com o outro, isso será a ‘psicologia do fracasso’. Aí, sim, vai haver uma desaceleração econômica”, disse Guedes na entrevista.

“(Mas) nós temos uma dinâmica própria de crescimento, e o Brasil pode perfeitamente crescer 2% ou 2,5% com o mundo caindo”, acrescentou.

Na semana passada, o governo reduziu a expectativa de crescimento em 2020 de 2,4% para 2,1%. A maioria dos economistas do setor privado também reduziu suas previsões nas últimas semanas, mas de forma muito mais agressiva, com muitas próximas ou mesmo abaixo de 1,0%.

Guedes alegou que o pacote anunciado pelo governo para combater o coronavírus no país, incluindo 5 bilhões de reais destinados ao Ministério da Saúde, é suficiente.

O ministro disse estar aberto à possibilidade de ampliar o volume desses recursos, mas, na semana passada, disse que as rígidas regras fiscais do governo, incluindo o teto de gastos, devem ser mantidas.

As ações e a moeda do país estão entre as mais afetadas nos mercados ao longo das últimas semanas, já que os investidores passaram a avaliar os danos econômicos que o surto de coronavírus provavelmente causaria na maior economia da América Latina.

Fonte: Exame | Imagem destacada: Adriano Machado/Reuters

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Confiança do Empresário

Confiança do empresário é a maior desde junho de 2010, diz CNI

Otimismo é maior entre os empresários da indústria de transformação

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu para 65,3 pontos em janeiro. Com a alta de 1 ponto em relação a dezembro de 2019, o indicador está 10,5 pontos acima da média histórica e é o maior desde junho de 2010.Os dados são da pesquisa divulgada hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando estão acima de 50, mostram que os empresários estão confiantes. Quanto maior o índice, maior e mais disseminada é a confiança. O Icei é maior nas grandes empresas, segmento em que subiu para 66,4 pontos neste mês. Nas médias, o Icei é de 64,9 pontos e, nas pequenas, de 63,4 pontos.

“A confiança elevada se baseia não somente nas expectativas para os próximos seis meses, como também no sentimento de melhora da situação econômica corrente”, diz a pesquisa.

De acordo com a CNI, o índice que mede a percepção dos empresários sobre as condições atuais dos negócios e da economia aumentou 0,9 ponto frente a dezembro e ficou em 59 pontos em janeiro, o maior nível desde junho de 2010. O índice de expectativas subiu 1 ponto em relação ao mês passado e está em 68,4 pontos. Na avaliação da CNI, isso mostra que os empresários estão otimistas em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses.

“Os empresários estão mais otimistas porque percebem melhoras no ambiente de negócios. Os juros e a inflação estão menores e há um aumento da demanda e da produção. Desde o fim do ano passado, há uma melhora da atividade”, afirmou, em nota, o economista da CNI Marcelo Azevedo.

“Além disso, os empresários acreditam que esse ambiente vai melhorar nos próximos seis meses. Por isso, a confiança começa o ano em alta”, completou Azevedo. Segundo o economista, a confiança elevada é condição necessária para aumentar a produção, os investimentos e o emprego.

De acordo com a pesquisa, a confiança é maior entre os empresários do Sul. Na região, o Icei de janeiro ficou em 67,2 pontos. Em seguida, vem a região Norte, onde o indicador alcançou 65 pontos. No Nordeste, o Icei foi de 64,5 pontos, e no Sudeste e Centro-Oeste, de 64,6 pontos.

O levantamento também mostra que o otimismo é maior entre os empresários da indústria de transformação. Nesse segmento, o Icei alcançou 65,7 pontos em janeiro. Na indústria extrativa, foi de 63,7 pontos e, na construção, de 64 pontos.

Esta edição do Icei foi feita entre os dias 6 e 17 deste mês com 2.458 empresas de todo o país. Dessas, 921 são pequenas, 917 são médias e 620 são de grande porte.

Fonte: Agência Brasil | Imagem: Arquivo (Agência Brasil)

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e-Social

e-Social será extinto e substituído por outro sistema em 2020

Segundo Ministério da Economia, sistema atual do e-Social será simplificado até setembro. O novo passa a valer no próximo ano

 

Fonte: O Globo | Imagem: Reprodução

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