IR 2021

IR 2021: Câmara aprova prorrogação de prazo para entregar declaração

Projeto prevê a entrega até o dia 31 de julho; prazo atual vai até 30 de abril

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (31) a prorrogação do prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda de 2021. O Projeto de Lei (PL) 639/21 prevê que a entrega deva ocorrer até o dia 31 de julho deste ano. O prazo atual, divulgado pela Receita Federal, vai até 30 de abril. A proposta segue agora para análise do Senado.

De acordo com o texto aprovado, um substitutivo do relator, deputado Marcos Aurélio Sampaio (MDB-PI), o cronograma de restituições não mudará, com o primeiro lote sendo pago em 31 de maio. O texto autoriza ainda o pagamento da cota única ou das cotas vencidas até 31 de julho sem acréscimo de juros ou penalidade de qualquer natureza.

No ano passado, também houve a prorrogação do prazo para a entrega da declaração. A mudança, contudo, foi feita por meio de instrução normativa da Receita Federal, que passou o prazo final para 30 de junho. O cronograma de restituição permaneceu o mesmo, fazendo com que o primeiro lote fosse liberado em 29 de maio, antes do prazo final de entrega.

Fonte: UOL Economia | Imagem Destacada: Pixabay

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Postos de trabalho

Pequenas e médias empresas contratam 271 MIL novos funcionários NESTE mês

Postos de Trabalho

No mês de outubro, às micro e pequenas empresas registraram um saldo líquido de cerca de 271 mil postos de trabalho. Isso equivale a cerca de 68,6% do total de empregos que foram gerados no país, de acordo com a análise realizada pelo Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No acumulado do ano, entre janeiro e outubro, o resultado é negativo em 26 mil empregos. Até o mês de setembro, o balanço era negativo em 294,3 mil postos de trabalho.

No ponto mais alto da crise, os pequenos negócios demitiram cerca de 1 milhão de pessoas.

A avaliação do Sebrae é de que com a reabertura do comércio físico, as pequenas e médias empresas foram o segmento que reagiram mais rápido na retomada do emprego.

De acordo com o analista da área de Gestão Competitiva do Sebrae, Paulo Jorge, o pior mês para as PMEs foi abril, quando teve um saldo negativo de 594,8 mil empregos.

“Sabemos que o mercado está reagindo, mas não temos como saber o quanto das admissões são recontratações”, explicou.

Pós pandemia

De acordo com o economista Ricardo Paes de Barros, pesquisador do Insper e estudioso da desigualdade no País, o número de trabalhadores que vão buscar um emprego depois da pandemia vai crescer.

O governo deveria investir alguns recursos em um programa para ajudar cerca de 15 milhões de brasileiros a se reinserir no mercado de trabalho.

A pandemia causada pelo novo coronavírus fez com que cerca de 11 milhões de pessoas perdessem os seus empregos, formais ou informais, de acordo com os dados da Pnad Contínua no terceiro trimestre deste ano.

Apesar disso, a taxa de desemprego não foi ainda maior, pois cerca de 10 milhões de pessoas deixaram de procurar emprego e por conta disso, não são contabilizados pelo IBGE.

Esses trabalhadores vão se somar a outros 3 milhões que normalmente, ingressam no mercado de trabalho anualmente.

Os números não levam em consideração aqueles que estavam em busca de uma recolocação profissional antes da pandemia.

 

Fonte: fdr | Imagem Destacada: Reprodução (Google)

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Setor de serviços

Setor de serviços do Brasil volta a crescer em setembro após relaxamento de restrições, mostra PMI

O levantamento mostrou que o PMI de serviços do Brasil subiu a 50,4 em setembro, de 49,5 em agosto, primeira vez acima da marca de 50, que separa crescimento de contração, desde fevereiro

O setor de serviços brasileiro voltou a crescer em setembro depois de seis meses de retração, diante da reabertura das empresas após o relaxamento das medidas de contenção ao coronavírus, mostrou nesta segunda-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

O levantamento mostrou que o PMI de serviços do Brasil subiu a 50,4 em setembro, de 49,5 em agosto, primeira vez acima da marca de 50, que separa crescimento de contração, desde fevereiro.

“Os dados para setembro destacaram sinais preliminares de uma recuperação no setor de serviços do Brasil, após seis meses de contração devido à pandemia de Covid-19”, disse a diretora associada de economia do IHS Markit, Pollyanna De Lima.

Entretanto, o IHS Markit, que realiza a pesquisa, alertou que o dado sugere apenas taxa marginal de expansão, já que algumas empresas indicaram atividade menor em suas unidades, com entrevistados citando término de contratos, desemprego alto e impacto prolongado da pandemia sobre a demanda por seus serviços.
Ainda assim, o mês de setembro foi marcado por novos trabalhos e otimismo sustentado nas empresas.

As novas encomendas cresceram pelo segundo mês seguido diante da reabertura, embora a taxa de crescimento tenha sido moderada.

Os novos trabalhos do exterior voltaram a cair, chegando a nove meses seguidos de contração, mas no mais fraco ritmo de perdas desde fevereiro.

As empresas de serviços viram seus custos aumentarem de novo em setembro, com evidências apontando preços mais elevados de energia, alimentos, combustíveis, materiais de higiene e de proteção pessoal.

As empresas absorveram os custos adicionais e reduziram os preços cobrados, porém à custa de nova redução nas folhas de pagamento.

A queda no emprego do setor de serviços foi marcante em setembro, mas a mais fraca desde que a atual sequência de reduções começou, em março.

Ainda assim, vários fornecedores de serviços brasileiros mantêm esperanças de que uma vacina para a Covid-19 será possível nos próximos 12 meses, o que sustentaria o crescimento da produção.

Setor de serviços

As empresas absorveram os custos adicionais e reduziram os preços cobrados, porém à custa de nova redução nas folhas de pagamento (Imagem: Agência Brasil/Marcelo Camargo)

Em contrapartida, outros preveem que a pandemia continuará restringindo a atividade. O otimismo geral se manteve, mas caiu em relação a agosto e foi fraco em comparação com a média da série.

Com o retorno ao crescimento do setor de serviços e novo recorde de expansão para a indústria, o setor privado do Brasil cresceu pelo segundo mês seguido em setembro, com o PMI Composto marcando 53,6, de 53,9 em agosto.

“A notícia da retomada no setor de serviços complementou os resultados positivos da indústria. Isso se traduz em crescimento sustentado da atividade empresarial e novos trabalhos no setor privado”, completou De Lima.

Fonte: Money Times | Imagem destacada: Reprodução

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volta às aulas

Governo de SP adia volta às aulas para 5 de outubro

Regiões onde as cidades já estão em fase amarela há mais de 28 dias podem abrir antes, como escolas particulares

O governo de São Paulo adiou para 5 de outubro a volta às aulas no Estado todo, mas vai permitir que as instituções que estão em regiões já na fase amarela há mais de 28 dias possam reabrir seus espaços no dia 8 de setembro. As escolas poderão decidir se querem ou não voltar a funcionar nesses lugares. O modelo vai favorecer instituições particulares, que já se declaram prontas para funcionar, e têm feito pressão para a abertura.

A informação será anunciada nesta sexta-feira, 7, pelo governador João Doria (PSDB) em coletiva às 12h45.

Segundo o Estadão apurou, o prefeito Bruno Covas (PSDB) não pretende abrir as escolas em 8 de setembro. Há uma discussão sobre se as particulares teriam a liberdade de abrir na capital com essa decisão do Estado ou não. Na prática, elas precisam de uma licença da prefeitura para funcionar. Cidades do ABC também já declararam que só voltarão às aulas no ano que vem.

O novo plano para abertura de escolas foi apresentado nesta quinta-feira, 6, pelo secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, ao Centro de Contingência Contra a Covid-19. A regionalização da abertura das escolas já era discutida no governo há algum tempo, mas a área da educação defendia que ela levaria a mais desigualdades educacionais porque escolas públicas não abririam.

Com a nova regra, o governo deixa a decisão de abertura na mão dos municípios e até dos diretores de escolas, que podem sofrer pressão dos pais para voltarem. Na rede pública, sindicatos de professores defendem que as escolas só retornem quando houver uma vacina para o coronavírus.

Fonte: Terra | Imagem destacada: Reprodução

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coronavírus

Economia pode crescer 2,5% apesar de crise do coronavírus, diz Guedes

Em entrevista à CNN Brasil, ministro da Economia disse que país não pode sucumbir à "psicologia do fracasso" em meio à crise do coronavírus

Brasília — A economia brasileira ainda pode crescer cerca de 2,5% neste ano, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista à CNN Brasil divulgada no domingo, desde que o país não sucumba à “psicologia do fracasso” em meio à crise global pelo novo coronavírus.

Com a economia mundial se deteriorando a um ritmo alarmante, provocando alertas de recessão por economistas e ações emergenciais de muitos dos principais bancos centrais do mundo, Guedes afirmou que a “dinâmica de crescimento” do Brasil vai aguentar bem.

“Se nos entregarmos (à crise) e se um continuar brigando com o outro, isso será a ‘psicologia do fracasso’. Aí, sim, vai haver uma desaceleração econômica”, disse Guedes na entrevista.

“(Mas) nós temos uma dinâmica própria de crescimento, e o Brasil pode perfeitamente crescer 2% ou 2,5% com o mundo caindo”, acrescentou.

Na semana passada, o governo reduziu a expectativa de crescimento em 2020 de 2,4% para 2,1%. A maioria dos economistas do setor privado também reduziu suas previsões nas últimas semanas, mas de forma muito mais agressiva, com muitas próximas ou mesmo abaixo de 1,0%.

Guedes alegou que o pacote anunciado pelo governo para combater o coronavírus no país, incluindo 5 bilhões de reais destinados ao Ministério da Saúde, é suficiente.

O ministro disse estar aberto à possibilidade de ampliar o volume desses recursos, mas, na semana passada, disse que as rígidas regras fiscais do governo, incluindo o teto de gastos, devem ser mantidas.

As ações e a moeda do país estão entre as mais afetadas nos mercados ao longo das últimas semanas, já que os investidores passaram a avaliar os danos econômicos que o surto de coronavírus provavelmente causaria na maior economia da América Latina.

Fonte: Exame | Imagem destacada: Adriano Machado/Reuters

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Confiança do Empresário

Confiança do empresário é a maior desde junho de 2010, diz CNI

Otimismo é maior entre os empresários da indústria de transformação

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu para 65,3 pontos em janeiro. Com a alta de 1 ponto em relação a dezembro de 2019, o indicador está 10,5 pontos acima da média histórica e é o maior desde junho de 2010.Os dados são da pesquisa divulgada hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando estão acima de 50, mostram que os empresários estão confiantes. Quanto maior o índice, maior e mais disseminada é a confiança. O Icei é maior nas grandes empresas, segmento em que subiu para 66,4 pontos neste mês. Nas médias, o Icei é de 64,9 pontos e, nas pequenas, de 63,4 pontos.

“A confiança elevada se baseia não somente nas expectativas para os próximos seis meses, como também no sentimento de melhora da situação econômica corrente”, diz a pesquisa.

De acordo com a CNI, o índice que mede a percepção dos empresários sobre as condições atuais dos negócios e da economia aumentou 0,9 ponto frente a dezembro e ficou em 59 pontos em janeiro, o maior nível desde junho de 2010. O índice de expectativas subiu 1 ponto em relação ao mês passado e está em 68,4 pontos. Na avaliação da CNI, isso mostra que os empresários estão otimistas em relação ao desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses.

“Os empresários estão mais otimistas porque percebem melhoras no ambiente de negócios. Os juros e a inflação estão menores e há um aumento da demanda e da produção. Desde o fim do ano passado, há uma melhora da atividade”, afirmou, em nota, o economista da CNI Marcelo Azevedo.

“Além disso, os empresários acreditam que esse ambiente vai melhorar nos próximos seis meses. Por isso, a confiança começa o ano em alta”, completou Azevedo. Segundo o economista, a confiança elevada é condição necessária para aumentar a produção, os investimentos e o emprego.

De acordo com a pesquisa, a confiança é maior entre os empresários do Sul. Na região, o Icei de janeiro ficou em 67,2 pontos. Em seguida, vem a região Norte, onde o indicador alcançou 65 pontos. No Nordeste, o Icei foi de 64,5 pontos, e no Sudeste e Centro-Oeste, de 64,6 pontos.

O levantamento também mostra que o otimismo é maior entre os empresários da indústria de transformação. Nesse segmento, o Icei alcançou 65,7 pontos em janeiro. Na indústria extrativa, foi de 63,7 pontos e, na construção, de 64 pontos.

Esta edição do Icei foi feita entre os dias 6 e 17 deste mês com 2.458 empresas de todo o país. Dessas, 921 são pequenas, 917 são médias e 620 são de grande porte.

Fonte: Agência Brasil | Imagem: Arquivo (Agência Brasil)

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e-Social

e-Social será extinto e substituído por outro sistema em 2020

Segundo Ministério da Economia, sistema atual do e-Social será simplificado até setembro. O novo passa a valer no próximo ano

 

Fonte: O Globo | Imagem: Reprodução

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Bitcoin

Bitcoin supera US$ 10 mil pela primeira vez desde março de 2018

Criptomoeda permanece, no entanto, abaixo de seu recorde absoluto de quase US$ 20 mil, registrado em dezembro de 2017

O preço do bitcoin, a primeira e principal criptomoeda, era negociado nesta segunda-feira acima dos US$ 10 mil por unidade, o que não acontecia pela primeira vez desde março de 2018.

Durante a noite, a cotação da moeda virtual chegou a US$ 11.251,21 por um bitcoin, o nível mais elevado em quase 16 meses, de acordo com a agência financeira Bloomberg.

O bitcoin superou a barreira simbólica dos 10.000 dólares no sábado, de acordo com o site especializado Coinmarketcap.

Na manhã desta segunda-feira, um bitcoin valia US$ 10.862,05, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. A criptomoeda permanece, no entanto, abaixo de seu recorde absoluto de 19.511 dólares, registrado em dezembro de 2017.

"O aumento do preço do bitcoin se deve principalmente ao renovado interesse global pelas criptomoedas e pela tecnologia que as sustenta", afirmou Naeem Aslam, analista do Think Markets.

Ele afirmou que o projeto Libra do Facebook "trouxe ventos favoráveis mais que necessários para este meio". Na semana passada, a rede social americana anunciou oficialmente seu projeto de criptomoeda, que tem lançamento previsto para o início de 2020.

Analistas consideram que o fato de uma empresa como o Facebook entrar no setor devolve à visibilidade aos ativos virtuais.

 

Fonte: G1 | Imagem: Pixabay

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cidades

As dez cidades mais inovadoras do mundo

Consultoria lista os 10 principais polos de inovação do planeta; São Paulo é incluída em grupo de "emergentes"

São muitas as cidades que apostam no desenvolvimento da chamada “economia de inovação”, não apenas como forma de estimular o ambiente de negócios, mas também para valorizar seus imóveis. De olho nesta tendência, a consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle (JLL) estabeleceu dois rankings e elegeu as 10 cidades mais inovadoras e as 10 com maior potencial de inovação do mundo.

Para identificar os polos mais inovadores do planeta, a JLL analisou 100 grandes centros urbanos em busca de ecossistemas de inovação consistentes - e também em talentos capazes de impulsionar o desenvolvimento de uma economia dinâmica orientada para o futuro. Entre os fatores analisados pela consultoria estavam investimentos em indústrias de tecnologia, atração de capital e busca por patentes, além de dados demográficos e níveis de escolaridade e empregabilidade da população.

São Francisco lidera o ranking das mais inovadoras. No Top 10, um dos destaques vai para Pequim, que gerou a maioria dos unicórnios fora do Vale do Silício e é o terceiro maior destino para financiamento de capital de risco do mundo. Na Europa, chama a atenção o quarteto Munique, Berlim, Amsterdã e Estocolmo, todos considerados celeiros de tecnologia - Berlim é considerada por muitos como o hotspot para nômades digitais de toda a Europa.

A Austrália é representada por duas cidades. Segundo os pesquisadores, Sidney e Melbourne chamam a atenção pelo estilo de vida que, combinado com uma infra-estrutura universitária robusta, dá respaldo para que elas se tornem cidades-modelo  em um futuro próximo.

A única cidade brasileira citada na pesquisa é São Paulo. Ela faz parte do grupo chamado de “emergentes”, que reúne candidatos com um desempenho relativamente forte em inovação, mas atrasado em talentos.

Onde está a inovação

10 cidades mais inovadoras do mundo

1. São Francisco
2. Tóquio
3. Cingapura
4. Pequim
5. Londres
6. San Jose
7. Paris
8. Nova York
9. Boston
10. Seul

10 cidades com maior talento inovador do mundo

1. Londres
2. São Francisco
3. Washignton
4. San Jose
5. Seattle
6. Boston
7. Sidney
8. Paris
9. Oslo
10. Melbourne

 

Fonte: Época Negócios | Imagem: Pixabay

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Meu INSS

Governo muda forma de inscrição de trabalhadores no portal Meu INSS

Entre os serviços que podem ser consultados no portal meu INSS estão a simulação do tempo de contribuição, salário-maternidade, extrato de IR, entre outros

O cadastramento de segurados da Previdência Social no portal Meu INSS sofreu alterações. Agora, o login é feito por meio do site acesso.gov.br. A mudança faz parte da intenção do governo federal de unificar portais e sites institucionais, com o objetivo de facilitar a busca por serviços públicos na internet.

Leia também: Aprovação do governo Bolsonaro no mercado cai de 28% a 14% em maio, diz XP

Ao acessar o portal acesso.gov.br, o interessado em se cadastrar no Meu INSS precisa informar nome e CPF (campos obrigatórios), além de endereço de e-mail e número de telefone (informações opcionais, mas que podem ajudar em caso de necessidade de recuperação da senha). Durante o processo de inscrição, o cidadão terá que confirmar o nome da mãe, assim como seu dia e seu mês de nascimento.

Leia também:

De acordo com o INSS, terminada esta etapa, o interessado recebe um código de validação enviado por SMS (torpedo) ou um link por e-mail. A partir daí, pode cadastrar sua senha de acesso para utilização do Meu INSS.

Outra opção de acesso ao portal é acessar sites dos bancos Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Mercantil do Brasil, Santander, Sicoob e Sicredi, a fim de obter uma senha inicial. As agências do INSS também oferecem esse serviço. Mais informações podem ser obtidas pela central de atendimento telefônico 135.

Leia também: "Não acho que seja sacrifício trabalhar até os 65 anos", diz relator da reforma

Conheça os serviços que podem ser realizados pelo Meu INSS:

  1. Aposentadoria por idade
  2. Salário-maternidade
  3. Simulação de tempo de contribuição
  4. Agendamentos e consultas de pedidos
  5. Extrato CNIS
  6. Extrato de pagamento de benefício
  7. Extrato de empréstimo
  8. Extrato de Imposto de Renda
  9. Carta de Concessão de Benefício
  10. Agendamento de perícia médica
  11. Declaração de benefício
  12. Consultar a revisão do artigo 29
  13. Declaração de Regularidade de Contribuinte Individual
  14. Alterar dados básicos de contato

 

Fonte: Brasil Econômico | Imagem: Marcos Corrêa/PR

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